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Seção Reportagem
12/01/2016 - 14:56:01
Consórcio responde por mais de 25% do crédito para veículos e é base para o futuro do setor, afirma Paulo Rossi, da Abac
Por Juliana de Moraes e Renan De Simone
Sincodiv-SP/ Divulgação

A participação dos consórcios foi de 27% sobre o total de créditos concedidos no período de janeiro a novembro de 2015, levando-se em consideração financiamento, leasing e o próprio mecanismo.

O resultado foi motivado por esforços, em conjunto com as entidades que representam o setor automotivo, tais como Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) e Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores).

O “Festival do Consorciado Contemplado”, ocorrido nos meses de maio, junho e julho, com o objetivo de oferecer vantagens aos participantes contemplados para a compra de veículos, foi uma das ações empreendidas no período.

“Acreditamos que outras iniciativas dessa natureza devem ser adotadas, visando estimular o consorciado a utilizar o seu crédito, desde que respeitadas as características do mecanismo e, especialmente, a liberdade e flexibilidade conferidas ao consumidor há muitos anos pela lei e normas em vigor”, afirma Paulo Rossi, presidente executivo da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio).

O consórcio entre concessionários no ano de 2016

Para o executivo, é primordial os concessionários considerarem o Marketing de Relacionamento como peça fundamental para a fidelização dos clientes/consorciados, especialmente antes da contemplação.

Mecanismos como comunicação ou convite para apresentação de novos modelos, test-drive de lançamentos da marca e cumprimentos pelos aniversários são medidas que fixam a imagem e o conceito da empresa e tornam a relação mais próxima, especialmente após a contemplação.

“Com isso, os consórcios poderão contribuir para o escoamento da produção da montadora e o consequente fomento da cadeia produtiva, incluindo veículos novos e seminovos. Ou seja, recomendo que os empreendedores façam com que as contemplações – vendas futuras – sejam base para a regulação da produção e comercialização”, conclui Rossi.

 

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